
Se as imagens capturadas apresentam ruídos, distorções ou falta de nitidez, isso pode indicar desgaste nos sensores, tubos ou problemas no sistema de processamento. A perda de definição compromete a qualidade diagnóstica e exige atenção imediata.
Quando há necessidade frequente de refazer exames, além de gerar desconforto e maior exposição à radiação para o paciente, isso também sinaliza que o equipamento está perdendo eficiência.
Equipamentos antigos podem apresentar lentidão tanto no disparo quanto na revelação ou digitalização das imagens, afetando o fluxo de trabalho da clínica e gerando atrasos.
Barulhos incomuns, vibrações, aquecimento excessivo ou falhas no resfriamento são sinais de problemas mecânicos ou elétricos, que precisam ser investigados rapidamente.
Se o equipamento está sempre em manutenção corretiva ou parando inesperadamente, o custo-benefício da reforma ou da troca deve ser considerado.
Equipamentos mais antigos, que não se integram facilmente a sistemas PACS, prontuários eletrônicos ou DICOM, comprometem a modernização do serviço e aumentam os gargalos operacionais.
Normas técnicas, exigências da ANVISA ou requisitos para certificações costumam mudar. Se o equipamento não atende mais aos critérios legais e de segurança, pode ser necessária a reforma ou substituição imediata.
Reconhecer os sinais de desgaste de um equipamento de raios-X é essencial para manter a excelência nos serviços de diagnóstico por imagem. Reformar um aparelho no tempo certo pode ser mais econômico e eficiente do que esperar por falhas críticas.
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